'Saíam labaredas da Ferrari', diz testemunha de acidente
Ao bater no fim de semana, Ferrari estaria correndo bastante.Após bater, carro teria continuado acelerado com fogo no escapamento.
Motorista tentou brecar, entrou na contramão, bateu em outro carro e parou entre uma árvore e um poste. (Foto: Daniel Santini/G1)
A Ferrari que bateu sábado (11) na Avenida Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, estava correndo e, segundo testemunhas, permaneceu acelerada mesmo após parar entre uma árvore e um poste. "Saíam labaredas do escapamento", conta Odair de Macedo, 47 anos, que viu o acidente de um restaurante no local.
"Vi o carro subindo a avenida. Ele ia a mais de 100 km/h com certeza, estava correndo muito", completa. "Ele fez a curva cantando pneu, perdeu o controle, bateu no EcoSport e entrou entre a árvore e o poste", relata.
O acidente aconteceu por volta das 12h30 e, às 14h, os carros já haviam sido retirados do local. A Ferrari, uma 456 de 1992, seguia no sentido do Estádio do Morumbi e ficou com a frente destruída pela batida. O carro foi encaminhado para uma oficina especializada, mas, de acordo com os responsáveis pelo reparo, é um caso de perda total e não há como fazer reparos. Nesta segunda-feira (13), ainda havia marcas de pneu e cacos espalhados na rua.
Barulho e fogo
O segurança Valério Concesso também estava no restaurante quando aconteceu o acidente. Assim como Odair, ele viu as chamas saindo do escapamento do carro após a batida.
"Saía fogo do escapamento. Todo mundo saiu de perto com medo de explodir", contou. "Ficou fazendo o barulho de aceleração e saindo fogo. O carro estava muito rápido, eu ouvi o acelerador de longe quando eles fizeram a curva", completou.
O modelo 456 tem o pedal do acelerador largo. O pé do motorista pode ter travado entre o acelerador e o freio, o que explicaria a aceleração após a batida. O carro vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos e pode chegar a mais de 300 km/h. Além do motorista, havia mais um homem na Ferrari. Os dois foram encaminhados para o Hospital Albert Einstein.
No último acidente envolvendo uma Ferrari em São Paulo, o carro também sofreu perda total. Em 16 de junho, uma Modena 360 bateu em uma árvore na Marginal Pinheiros, na altura da Rua Carmo do Rio Verde, perto da Ponte João Dias, e foi destruída. De acordo com a polícia, o condutor do veículo estava em alta velocidade na ocasião.
Ao bater no fim de semana, Ferrari estaria correndo bastante.Após bater, carro teria continuado acelerado com fogo no escapamento.
Motorista tentou brecar, entrou na contramão, bateu em outro carro e parou entre uma árvore e um poste. (Foto: Daniel Santini/G1)
A Ferrari que bateu sábado (11) na Avenida Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, estava correndo e, segundo testemunhas, permaneceu acelerada mesmo após parar entre uma árvore e um poste. "Saíam labaredas do escapamento", conta Odair de Macedo, 47 anos, que viu o acidente de um restaurante no local.
"Vi o carro subindo a avenida. Ele ia a mais de 100 km/h com certeza, estava correndo muito", completa. "Ele fez a curva cantando pneu, perdeu o controle, bateu no EcoSport e entrou entre a árvore e o poste", relata.
O acidente aconteceu por volta das 12h30 e, às 14h, os carros já haviam sido retirados do local. A Ferrari, uma 456 de 1992, seguia no sentido do Estádio do Morumbi e ficou com a frente destruída pela batida. O carro foi encaminhado para uma oficina especializada, mas, de acordo com os responsáveis pelo reparo, é um caso de perda total e não há como fazer reparos. Nesta segunda-feira (13), ainda havia marcas de pneu e cacos espalhados na rua.
Barulho e fogo
O segurança Valério Concesso também estava no restaurante quando aconteceu o acidente. Assim como Odair, ele viu as chamas saindo do escapamento do carro após a batida.
"Saía fogo do escapamento. Todo mundo saiu de perto com medo de explodir", contou. "Ficou fazendo o barulho de aceleração e saindo fogo. O carro estava muito rápido, eu ouvi o acelerador de longe quando eles fizeram a curva", completou.
O modelo 456 tem o pedal do acelerador largo. O pé do motorista pode ter travado entre o acelerador e o freio, o que explicaria a aceleração após a batida. O carro vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos e pode chegar a mais de 300 km/h. Além do motorista, havia mais um homem na Ferrari. Os dois foram encaminhados para o Hospital Albert Einstein.
No último acidente envolvendo uma Ferrari em São Paulo, o carro também sofreu perda total. Em 16 de junho, uma Modena 360 bateu em uma árvore na Marginal Pinheiros, na altura da Rua Carmo do Rio Verde, perto da Ponte João Dias, e foi destruída. De acordo com a polícia, o condutor do veículo estava em alta velocidade na ocasião.

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